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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Desenvolvedor deixa o time de mantenedores do Systemd no Debian

E a discussão da adoção do Systemd no Debian parece não ter fim. A mais recente vítima foi o desenvolvedor Tollef Fog Heen, que deixou o time de mantenedores do Systemd na distro.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Debian deixa de suportar a arquitetura GNU/kFreeBSD

A polêmica continua no ar no mundo Debian. E o problema pode envolver mais uma vez o Systemd, embora não seja admitido oficialmente. O assunto em questão é o recente anúncio de que a versão GNU/KFreeBSD não estará entre as arquiteturas suportadas oficialmente pelo projeto.

Assim que o anúncio foi feito a notícia já repercutiu nos sites de tecnologia. A explicação oficial é que a versão KFreeBSD não evoluiu suficientemente para ser lançada de forma oficial junto com as outras. Um dos problemas que atrasou a versão pode ser o fato do Systemd só suportar o Kernel Linux e, com isso, obrigar os desenvolvedores dessa plataforma a procurar e implementar uma alternativa totalmente sozinhos, na contra-mão do restante do projeto. Outras versões alternativas, como a arm64 e a ppc64 foram confirmadas pois, segundo o mesmo comunicado, evoluíram de forma satisfatória.

A expectativa é que, embora como não oficial, a versão KFreeBSD consiga ser lançada junto com o restante das arquiteturas do Debian 8 Jessie.

Com informações de  itwire 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Debian está escolhendo entre Systemd e Upstart

Depois de muitos anos utilizando o SysVinit - talvez sendo a última a manter o  velho sistema de inicialização, a equipe do Debian está discutindo uma mudança e as principais (únicas?) opções são o Systemd e o Upstart.


O Systemd é atualmente utilizado pela maioria das distribuições Linux, tendo a preferência de muitos desenvolvedores por conta da governança aberta do projeto e da sua utilizaçãopara melhoria de performance por muitos softwares, como o Gnome 3, por exemplo.


Já o Upstart praticamente é utilizado só pelo Ubuntu e o desenvolvimento é feito quase que exclusivamente pela Canonical e seus funcionários. A versão mais recente do RHEL também utiliza o sistema de inicialização porque o Fedora 13, base para essa versão, também utilizava o mesmo.


Mesmo com o modelo de desenvolvimento menos distribuído e a menor utilização, um leitor do Phoronix alerta que a escolha mais provável seja mesmo o Upstart e não por conta de funcionalidades: o time que tomará a decisão conta com dois funcionários da Canonical e um ex funcionário, sendo que os dois membros que ainda são funcionários da Canonical são parte do time de desenvolvimento do Upstart, sendo um deles critico conhecido do Systemd.


Diante do quadro mostrado no último parágrafo, eu creio que a decisão é bastante óbvia e deve ser o Upstart. Ao menos agora o Ubuntu terá a companhia do “pai” no uso do seu gerenciador de inicialização próprio.