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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Conheça dois jogos para se divertir no Firefox OS

Atualizações a parte, o Firefox OS continua recebendo muitos aplicativos novos em seu Marketplace e entre eles, obviamente, estão alguns jogos. Falarei sobre dois deles que me deixaram viciado essa semana.

My Candy


My Candy Game



Eu juro para vocês que não sou um viciado em Candy Crush, mas não posso negar que de vez em quando ele é bom para passar o tempo. O Firefox OS até tinha uma versão do jogo original, mas ela era desatualizada e funcionava bem mal.

Esse jogo não tem segredo: junte os doces iguais e seja feliz.


Monster Bash




Esse é mais um daqueles games viciantes para celular onde você tem que matar zumbis e criaturas do mal. A garotinha perdeu seu gatinho dentro do cemitério e para ajudá-la a encontrar o seu bichinho você precisa matar todos os monstros que forem aparecendo.

A ideia parece boba, mas o jogo é bem díficil e requer muita rapidez e atenção.


E aí, algum jogo do Firefox OS já te deixou viciado?

Anunciada versão estável do WebODF


A KO GmbH, empresa alemã que desenvolve programas como o Calligra Office e o Krita, anunciou a versão 0.5.0 do WebODF, biblioteca  que permite adicionar o recurso de edição de documentos no formato odf (open document format) a páginas html.

Entre os principais recursos da versão podemos destacar: múltipla seleção (utilizando SVG), tocar para aumentar ou diminuir o zoom, seleções em dispositivos touchscreen e mais opções para edição colaborativa de documentos.

Muitos ativistas do software livre está apostando que a união entre a nova versão do WebODF e o OwnCloud criará uma espécie de Google Docs de código aberto e com suporte a edição de documentos em formato aberto.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Desenvolvedor que trazer aplicativos do KDE para o Android


O desenvolvedor Aleix Poli publicou em seu blog um projeto de trazer os aplicativos do KDE para o Android, com a condição de não necessitar de um port para Java nem nada do tipo.

Favorável ao seu trabalho, Poli conta com o novo Qt 5.4 que começa a trazer um suporte inicial ao Android por padrão. Além disso o tão badalado recurso do QtQuick também seria favorável.

O foco é que os aplicativos continuem sendo feitos em C++, com o framework Qt e sendo compilados com o cmake, mas que o resultado da compilação já seja um apk compatível com o Android. O desenvolvedor está testando o projeto com o KAlgebra.

Ele pede que os interessados no projeto entrem em contato, já que para portar todos os aplicativos do KDE, como o Amarok e o Calligra Office, muito trabalho ainda precisa ser feito e quanto mais gente para ajudar, melhor.

Aprenda a compilar o KAlgebra para Android

Próximas versões do GTK+ 3 terão novo tema padrão



Parece que os aplicativos feitos com o framework GTK+ 3 terão uma cara mais próxima do Gnome a partir das próximas versões - e em todas as plataformas. Um dos desenvolvedores do projeto anunciou em seu blog que o tema Adwaita passará a ser o padrão.

Até a atual versão estável o tema padrão do GTK+ 3 era o Raleigh, uma espécie de tema padrão do Windows 98 com algumas pioras. Segundo o desenvolvedor, esse era o default até o momento porque era leve e não tinha dependências.

Como a implementação do CSS no GTK+ 3 alcançou um nível de maturidade alto e o Adwaita, que até então utilizava uma engine própria, foi portado para usar somente CSS, não foram encontrados motivos para não utilizá-lo como padrão.

Embora o tema default do Gnome 3 não seja uma unanimidade em termos de beleza, creio que todos concordamos que ele é melhor que o Raleigh. Já é um avanço.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Lançado o Red Hat Enterprise Linux 7


A Red Hat lançou ontem de forma oficial seu Red Hat Enterprise Linux 7, uma das principais distros para servidores, senão a principal. Entre as novidades estão os recursos Linux Containers, Docker e a nova experiência de instalação.

O RHEL7 conta com recursos que já foram vistos a algum tempo no Fedora, como firewall dinâmico, nmcli como cliente em linha de comando para o NetworkManager e OpenJDK 7.

Uma comunidade que deve estar respirando aliviada com esse lançamento é a do Gnome, já que o projeto se mantém como ambiente gráfico padrão da distro, juntamente com o KDE. Por conta do Gnome Shell, o novo Red Hat Linux trás, além das opções KDE e Gnome 3 (Shell), a opção “Gnome Classic”, que nada mais é que o modo fallback do Gnome.

Utilizando Kernel 3.10, XFS como sistema de arquivo padrão e Btrfs e Ext4 como opções e a nova versão do instalador Anaconda, o RHEL7 foi testado em um benchmark focado em servidores que rodam aplicações baseadas em Java como recordista de performance para um, dois e quatro processadores. Uma marca e tanto.

De acordo com com a página de compras, dependendo do pacote, o preço do RHEL7 varia de US$49 até US$18.000.

Mozilla lançará na Índia smartphone de US$ 25 com Firefox OS




A Mozilla publicou em seu blog oficial uma notícia de que os smartphones de US$ 25 rodando Firefox OS serão demonstrados na Mobile Asia Expo 2014, que começa amanhã. Os aparelhos deverão chegar primeiro a Índia.



Aparelho de US$ 25 com Firefox OS - Blog da Mozilla/CC-BY-SA

O resultado da parceria entre a Mozilla e a chinesa Spreadtrum que foi anunciado durante a MWC 2014 no começo do ano será demonstrado em outra feira de tecnologia, a Mobile Asia Expo 2014, em Shangai. As duas empresas firmaram uma parceria com duas das maiores operadoras indianas para que os aparelhos sejam lançados por lá nos próximos meses.

A ideia é que clientes que utilizam os chamados feature phones possam comprar seu primeiro smartphone sem gastar muito mais com esse “luxo”. Dependendo do sucesso alcançado no mercado indiano, o aparelho pode chegar também a outros mercados.

As configurações publicadas até agora são pouco detalhadas, dizem apenas que o smartphone terá tela de 3.5” com resolução de 320x480, com câmera traseira de 2MP.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Repositórios AUR do Arch Linux receberão novos recursos

Um dos recursos mais interessantes do Arch Linux, o Arch User Repository ou simplesmente AUR para os íntimos, receberá uma nova versão em breve. A principal novidade fica por conta do uso do Git pelos mantenedores dos repositórios.

Até o presente momento, os mantenedores de repositórios AUR precisavam criar um arquivo tar contendo o código fonte do software empacotado. Com a atualização, simplesmente existirá um Git com o arquivo PKGBUILD e o código fonte.

Quando um mantenedor for criar uma conta, ele receberá um Git e pode enviar uma chave pública SSH. Durante o período de transição, todos os pacotes existentes serão transformados em Gits.

Segundo o email, tudo isto ainda está em fase de implementação e está nos planos que esteja concluído antes do lançamento oficial. Para o pós lançamento está previsto adicionar suporte a múltiplos mantenedores de repositórios.

Parece que os desenvolvedores estão tentando dar um pouco mais de infraestrutura para que os mantenedores de repositórios AUR trabalhem. Se a atualização será uma mudança para melhor ou não só saberemos depois do primeiro teste.

domingo, 8 de junho de 2014

Meizu MX3 com Ubuntu Touch deve ser anunciado na Quarta-Feira

E não só de Copa do Mundo viverá o planeta Terra durante essa semana, também acontecerá a Mobile Asia Expo 2014. E o que você tem com isso? Pois bem, no dia 11 - próxima Quarta-Feira - a Meizu planeja anunciar o MX3 com Ubuntu Touch.

Durante o MWC 2014 a Canonical havia anunciado que a Meizu e a Bq seriam as duas primeiras fabricantes a criar smartphones que rodassem o Ubuntu Touch. Pouco menos de seis meses depois, parece que a empresa de Mark Shuttleworth vai entrar de verdade no mercado mobile.

Anúncio Oficial da Meizu


Screenshot da tradução automática do anúncio da Meizu.

Segundo o LinuxG, o Ubuntu Touch ainda não é considerado estável o suficiente para ser utilizado comercialmente, mas por conta do anúncio que será feito pela Meizu os desenvolvedores devem trabalhar em uma “versão” separada, que será focada em correção de bugs e melhoria de estabilidade.

E não são só os bugs. A Canonical também precisará contornar a falta de aplicativos para seus sistema mobile. Segundo a fonte, ainda não existe muita coisa além dos aplicativos básicos. Shuttleworth havia afirmado que até o lançamento, os 50 melhores aplicativos para Android e iOS estariam disponíveis. Vamos ver se a profecia do dono da empresa se confirma.

O Meizu MX3 tem tela de 5.1” com resolução de 1800x1080, processador Samsung Exynos 5410 Octa-Core, GPU PowerVR SGX, 2GB de RAM, 16GB de espaço para armazenamento de arquivos e câmera de 8 megapixels. O Ubuntu Touch atualmente é baseado no Ubuntu 14.10.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Mozilla planeja oferecer dinheiro para fabricantes manterem o FirefoxOS atualizado



Parece que não são só os usuários que estão preocupados com a falta de atualização dos primeiros aparelhos com Firefox OS. Segundo o CNet, o diretor de produto do Firefox OS, Chris Lee disse que a Mozilla está “estruturando as parcerias” para que tanto fabricantes quanto a Fundação compartilhem do interesse de manter os aparelhos lançados atualizados.

E se você pensou em amizade ou idealismo está… redondamente errado. A ideia é que a coisa funcione no modo capitalista: a Mozilla quer compartilhar parte dos lucros obtidos com o Firefox OS com as fabricantes dos aparelhos, desde que as mesmas mantenham o compromisso de manter seus aparelhos atualizados.

Segundo Chris Lee, os fabricantes obtém um lucro ao vender o aparelho, mas mantê-lo atualizado custa dinheiro para eles (tadinhos… #sqn) e a Mozilla quer compartilhar os benefícios e lucros que os updates podem gerar.

É bom saber que a Mozilla está preocupada com a falta de atualizações dos aparelhos lançados com o seus sistema. Parece que o problema vai ser resolvido, nem que para isso a Fundação precise pagar. Literalmente.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Ex CEO da Mozilla teria saído por se opor ao suporte a DRM no Firefox



E a decisão da Mozilla de implementar DRM no Firefox continua causando polêmica. O blog Vox Popoli postou um artigo afirmando que o processo de “fritura” do antigo CEO Brendan Eich e a recente decisão de suportar DRM no navegador estão ligadas.

De acordo com a fonte, Hollywood teria interesse direto no suporte do Firefox ao novo padrão proposto pela W3C e Brendan Eich já havia se posicionado de forma contrária a adoção do recurso. Com a saída de Eich após a pressão por seu suposto posicionamento em relação ao casamento gay, não havia mais nenhuma autoridade técnica que opusesse a implementação do DRM.

Teoria da conspiração ou não, a decisão anunciada por Andreas Gal não foi bem recebida pelos defensores do código aberto e muito menos pelos do software livre. Defensores de ambas as filosofias tem atacado o navegador da Mozilla, acusando o mesmo de ter “decido” ao patamar do Chrome, não sendo mais um navegador FOSS. Alguns usuários já começam a buscar alternativas como o Palemoon e o Iceweasel, que são baseados no Firefox, mas que provavelmente não implementarão o recurso.

O fato aqui é que a Mozilla está tentando se manter relevante no mercado. A Fundação é muito pequena se comparada a suas principais concorrentes, assim algumas vezes acaba obrigada a seguir por caminhos que preferiria não tomar, mas que foram seguidos por Google e Microsoft.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Aprenda a instalar o LXQt no openSUSE e no Fedora

A primeira versão beta do LXQt, a união dos projetos LXDE e Razor-qt, saiu na semana passada e nós já temos pacotes para a maioria das distros. Vou mostrar os passos para instalação no openSUSE e no Fedora.

Principalmente no openSUSE os passos que vou descrever aqui podem ser feitos utilizando o YaST, mas utilizarei os comandos via terminal para realizar o processo.

Instalando no openSUSE


Abra o terminal - se você utiliza a versão com KDE o padrão é o Konsole - e digite o seguinte comando:

sudo zypper ar http://download.opensuse.org/repositories/X11:/lxde:/lxqt/openSUSE_13.1/X11:lxde:lxqt.repo

O comando acima adiciona o repositório comunitário onde estão os pacotes do LXQt. Agora vamos ao comando de instalação do ambiente gráfico em si e de seus pacotes de configuração.

sudo zypper install lxqt-session lxqt-panel lxqt-policykit lxqt-runner pcmanfm-qt obconf-qt lxqt-globalkeys lxqt-config lxqt-config-randr lxqt-about lxqt-image lxqt-notificationd lxqt-qtplugin lxqt-powermanagement lxshortcut lxqt-common lxqt-lightdm-greeter lximage-qt

Após a instalação ser concluída, basta realizar logout e escolher o LXQt como desktop no menu do seu KDM ou GDM (ou LightDM) e iniciar o novo desktop.

Instalando no Fedora


O pessoal do openSUSE é tão bonzinho, mas tão bonzinho, que disponibilizou na sua infraestrutura comunitária um repositório só com pacotes para o Fedora. A instalação é bem semelhante a do openSUSE, só a adição do repositório que é um pouco mais complicada. Você precisará do wget.

Para baixar o repositório:

cd /etc/yum.repos.d

su -c “wget -c http://download.opensuse.org/repositories/devel:/cloverleaf:/lxqt:/fedora/Fedora_20/devel:cloverleaf:lxqt:fedora.repo

O comando acima muda a pasta atual do terminal para a mesma onde ficam os arquivos dos repositórios do Fedora. Depois baixa o arquivo diretamente do site e o salva na pasta. Depois disso feito, é só rodar o comando para instalar:

su -c “yum install lxqt-session lxqt-panel lxqt-policykit lxqt-runner pcmanfm-qt obconf-qt lxqt-globalkeys lxqt-config lxqt-config-randr lxqt-about lxqt-image lxqt-notificationd lxqt-qtplugin lxqt-powermanagement lxshortcut lxqt-common lxqt-lightdm-greeter lximage-qt lxqt-appswitcher menu-cache lxmenu”

Depois é só fazer logout e escolher o LXQt no seu gerenciador de tela.

Bônus: Usando os temas Oxygen e QtCurve no LXQt


O LXQt tem um problema herdado de um de seus “antepassados”, o Razor-qt: quando você vai escolher o tema, não aparecem disponíveis o QtCurve e o Oxygen.

A sempre completa Wiki do Arch Linux tem um dica de como resolver o problema. No seu terminal, digite o comando:

Se for 64bits:

sudo ln -s /usr/lib64/kde4/plugins/styles/ /usr/lib64/qt4/plugins/styles

Se for 32bits:

sudo ln -s /usr/lib/kde4/plugins/styles/ /usr/lib/qt4/plugins/styles

Após esse comando tanto o qt4-config, quanto o menu de aparência do lxqt-config disponibilizarão o QtCurve e o Oxygen.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Mozilla adicionará suporte a DRM no Firefox



Parece que toda a briga foi em vão. Depois de se juntar a outras entidades como a EFF na briga contra a implementação do DRM como padrão da W3C, a Mozilla se vê obrigada a implementar o padrão aprovado pela entidade.

A Mozilla simplesmente não pode fazer frente aos seus adversários que eram favoráveis a ideia do DRM diretamente no HTML, no caso empresas como Google e Microsoft. Como as duas empresas citadas são as desenvolvedoras dos principais concorrentes do Firefox e vão implementar a “novidade”, a Mozilla se viu obrigada a seguir esse caminho para manter o seu navegador relevante.

A implementação utiliza um módulo (plugin) de descodificação de conteúdo - CDM, em inglês, - para implementar o DRM diretamente no HTML. Esse plugin terá de ser instalado a parte, como ocorre hoje com o flash plugin, por ser de código fechado e, por isso, não poder ser distribuído junto com o Firefox.

Os desenvolvedores vão implementar a funcionalidade no Firefox utilizando o CDM da Adobe - sim, parece que o HTML5 matou o Flash, mas a Adobe arrumou outra coisa para te deixar dependente dela - utilizando uma sandbox de código aberto, que não permitirá que o plugin acesse diretamente seu HD ou sua conexão, mas que utilize apenas o que o Firefox permitir.

Embora a expectativa da Mozilla seja que o W3C EME não vá muito longe e seja substituída pela tecnologia watermarkingalternativa defendida pela Fundação. Enquanto isso, o uso da CDM da Adobe permitirá que os usuários do Firefox utilizem sites como Netflix, Amazon Video, Hulu, entre outros.

Foi uma derrota enorme para o mundo do código aberto e para os usuários de internet de uma forma geral.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

LXQt, união do Lxde com o Razor-Qt, lança o primeiro beta

Primeiro beta do LXQt


No ano passado foi anunciado a fusão dos ambientes gráficos Lxde-qt e Razor-qt. Nessa semana foi anunciada a primeira versão beta do LXQt, resultante do trabalho conjunto das duas equipes.


O projeto conta praticamente com o visual do Razor-Qt, mas aplicativos e módulos de configurações do Lxde portados. Aplicativos como o gerenciador de arquivos PCManFM foram portados para Qt5, para melhor se integrar ao novo ambiente.


Entre as novidades estão a arquitetura modular, que permite que serviços do ambiente gráfico sejam substituídos por outros de terceiros, sem afetar o restante do sistema, opções de configuração de tela, de teclado e associação de arquivos, suporte melhorado ao Systemd, além de suporte experimental ao Raspberry Pi e parcial ao FreeBSD.


Em um futuro próximo os desenvolvedores pretendem adicionar suporte ao Wayland. A tarefa deve ser facilitada pelo fato do ambiente ser feito com o framework Qt5 e pela provável ajuda que virá do projeto Mauí, criadores do Hawaii, primeiro ambiente gráfico que teve suporte ao Wayland.


Se quiser testar a novidade, a maioria das distros já tem repositórios com o ambiente gráfico:


O vídeo tour abaixo tem áudio em francês, mas você pode ver o LXQt em ação:



Página Oficial do LXQt

Hardware opensource do KDE morreu antes de nascer


Foto do post por Luís Honrado - licença CC-BY-2.0.

No começo do ano nós falamos do Improv, o projeto de hardware de código aberto que estava sendo dirigido por membros do KDE. Apenas três meses depois o cenário parece diferente e o Improv dificilmente se tornará realidade.

A ideia inicial era que as primeiras unidades fossem enviadas em Janeiro, depois o prazo passou para Março, mas até o presente momento nenhum dos clientes que reservaram uma unidade recebeu a mercadoria.

O motivo é ainda mais triste: parece que o interesse no Improv foi tão baixo que o número de peças solicitadas em pré-venda não é suficiente nem para justificar o começo da produção. Segundo o Phoronix, o último número não oficial diz respeito que são menos de 300 reservas.

Ainda que os responsáveis do projeto consigam aumentar o número de reservas o projeto dificilmente acontecerá, já que um dos fornecedores de peças, a QiMod, deixou de trabalhar com o time do Improv por conta da demora em atingir a meta mínima.

O projeto segue um destino triste e desacreditado, já que os desenvolvedores não se manifestam nem para enterrá-lo, nem para declarar que o Improv está vivo: a página no fórum que serviria para atualizar os clientes não recebe um anúncio oficial há meses.

Um fim triste para uma grande iniciativa.


Atualização

Só faltava o comunicado oficial e ele foi feito: o Improv e, consequentemente o Vivaldi - tablet do KDE, está morto.

Saiba mais: http://aquita.espacoliberdade.blog.br/post/90556790757/projeto-de-hardware-de-codigo-aberto-do-kde-anuncia

terça-feira, 6 de maio de 2014

Conheça o novo motor gráfico do jogo SuperTuxKart

SuperTuxKart

Os desenvolvedores do game SuperTuxKart apresentaram na última Segunda-feira as primeiras imagens do jogo rodando com o novo motor gráfico do projeto.


Segundo os desenvolvedores, a maioria das críticas ao jogo eram focadas no gráfico do mesmo, que é inspirado no sucesso Mario 64, lançado em 1996. A jogabilidade estava boa, mas algo precisava ser feito no plano visual.


O projeto de melhoria do motor foi aceito no GSoC 2013 e o estudante Lauri Kasanen trabalhou durante o verão adicionando suporte a sombras, luz dinâmica, iluminação baseada em imagem, entre outras melhorias.


O desenvolvedor principal está pedindo ajuda de voluntários com conhecimentos em Blender e modelagem 3D para ajudar na tarefa de converter as pistas antigas para suportar as melhorias, já que no momento apenas uma pessoa está realizando o processo.


Por conta do extenso trabalho que ainda falta ser realizado, ainda não há previsão do lançamento da versão do SuperTuxKart com as melhorias gráficas.


sexta-feira, 2 de maio de 2014

5 novidades que podem chegar em breve ao Firefox

Firefox Logo


O Firefox 29 chegou essa semana e trouxe com ele duas mudanças muito importantes: o tema Australis e o novo Sync. Esse pode ser uma base para outras mudanças propostas que podem chegar em breve ao navegador.

Tema escuro para modo de navegação privativo


mockup tema escuro firefox



Muita gente briga para que uma função de nova aba privativa seja implementada no Firefox. Enquanto esse dia não chega, um mockup mostra o novo tema que pode chegar a janala de navegação privativa.

Para quem utiliza o Firefox para Android, a proposta é trazer para o desktop aquilo que já existe na versão para o sistema da Google. O tema diferente serviria para que o usuário não confunda a janela normal com a privativa.

Melhoria no menu de contexto


mockup menu de contexto Firefo



O menu de contexto, aquele que aparece quando você clica com o botão direito do mouse em alguma parte da janela do navegador, é o mesmo desde sempre. A proposta nesse item é mais uma vez aproximar a versão desktop da versão para Android, tornando o menu de contexto muito parecido com o menu da versão móvel do Firefox.

A ideia é que o menu seja mais compacto, inteligente e diferente daquilo que o restante dos navegadores tem.

Novas páginas de erros


mockup página de erro



Quando você está utilizando um navegador, qualquer navegador, e por algum motivo a página não pode ser exibida, ele mostra uma página de erro. A proposta desse mockup é adicionar mais funções a essas páginas e também elegância.

Na página do erro “Page Not Found”, uma barra de busca é exibida em baixo da mensagem de erro, para que o usuário busque a informação que procurava em outro lugar; na página de erro de conexão é adicionada uma opção para diagnosticar os motivos do erro, e por aí vai.

Modo de Leitura no Desktop



Quem utiliza o Firefox no Android sabe (ou deveria saber… =D) que ele tem um “modo de leitura”. O recurso é semelhante ao oferecido pelo Pocket, por exemplo: o serviço é salvo em uma lista e o usuário pode realizar a leitura depois, com apenas o texto e algumas imagens e vídeos dentro do artigo sendo exibidos.

A ideia desse mockup é trazer esse recurso também para a versão desktop, o que seria muito interessante, principalmente se fosse sincronizado entre os dispositivos.

Biblioteca e Configurações em abas


mockup Biblioteca em abas



Acompanhando a tendência criada pelo Chrome de janelas de configuração em abas e não em janelas separadas, o mockup sugere que o designers estão testando algo nesse sentido para o Firefox.

Apesar de não ser padrão, já existe a opção de abrir as preferências do navegador em uma aba (about:config -> browser.preferences.inContent -> true), mas a novidade é trazer a janela biblioteca, onde podem ser vistos o histórico e os favoritos, também para uma aba. A mudança não é drástica e faz bastante sentido.

Conclusão


Tudo o que foi apresentado nesse post ainda está no campo das ideias e dos mockups, logo poderão nunca ser implementados. Mas alguns são interessantes, como o modo de leitura e as novas páginas de erro. De qual proposta você gostou mais?

Conheça as decorações de janelas que podem vir no KDE 5



Depois de apresentarem os esboços do novo tema de ícones e do tema do plasma, os designers do KDE’s Visual Design Group apresentaram na última semana os primeiros trabalhos nas decorações de janela do KDE 5.

O tema, disponível no KDE-Look, conta com cinco seis opções e para o desespero dos fãs dos degradês e das sombras, segue a mesma linha do visual apresentado anteriormente, sendo bastante “plano”.

O tema apresentado é apenas uma proposta e a discussão entre visual plano Vs 3D ainda vai continuar por um tempo até que uma decisão final seja tomada.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Como instalar o Firefox 29 no Debian e no openSUSE

Firefox 29


Vamos aprender a instalar o Firefox 29 em duas das principais distros da atualidade: o openSUSE e o Debian. Ambas as distros contam com um “time Mozilla”, o que faz com que ambas logo tenham ao menos de forma não oficial os lançamentos.


Com a atualização você poderá desfrutar das novidades da versão mais recente do navegador, como o novo tema Australis e o Firefox Sync.


Instalando o Iceweasel no Debian Wheezy


O Firefox chega ao Debian sob o nome do fork criado pela distro, o Iceweasel, mas todas as novidades do navegador estão inclusas. Para instalar siga os passos:


Como root, abra o arquivo /etc/apt/sources.list e adicione a linha deb http://mozilla.debian.net/ wheezy-backports iceweasel-release e salve o arquivo.


Com o repositório adicionado, basta rodar o comando sudo apt-get update, para atualizar os repositórios, e sudo apt-get install -t wheezy-backports iceweasel, para instalar o navegador.


Instalando o Firefox 29 no openSUSE 13.1


Você precisará adicionar o repositório do “Time Mozilla”, utilizando o comando sudo zypper addrepo http://download.opensuse.org/repositories/mozilla/openSUSE_13.1/mozilla.repo. Depois instalar o pacote com o comando sudo zypper in mozilla:MozillaFirefox. Após a instalação, o Firefox 29 estará disponível nos menus.

OpenMandriva Lx 2014.0 lançado

OpenMandriva Lx 2014.0


A comunidade do OpenMandriva anunciou hoje o lançamento do OpenMandriva Lx 2014.0, codinome Phosphorus. Entre as novidades estão o suporte ao UEFI, a atualização para o Kernel 3.13.11, o KDE 4.12.4 e a troca do MySQL pelo MariaDB.


Kernel otimizado para desktops


Uma das principais novidades da distro, e que foi largamente promovida nas versões de testes, é um Kernel configurado com a performance e a responsividade dos desktops em mente.


Alguns dos componentes responsáveis pela “tunada” no Kernel do OpenMandriva fazem parte algum tempo do pf-kernel, um fork do Kernel Linux com melhorias de performance. É o caso do BFQ, gerenciador de CPU e de performance do disco, do UKSM, para melhorar o gerenciamento de memória, e o TuxOnIce, para uma melhoria nos serviços de hibernação e suspensão. Para o LiveCD, a distro vem com a opção SQUASHFS_MULTI_DECOMPRESSOR, para o Kernel utilizar todo o poder da CPU para uma inicialização mais rápida.


Basicamente, o OpenMandriva Lx 2014.0 vem com uma customização do Kernel Linux muito próxima do que faz o pf-kernel.


A Área de Trabalho


A distro vem com o KDE 4.12.4 como ambiente gráfico padrão. Uma aposta é a utilização do Homerun, menu em tela cheia, como padrão. O Homerun Kicker, uma versão mais clássica do lançador é oferecida como opção. Para conexão, a novidade é a utilização do Plasma-nm como ferramenta padrão. A suíte de escritório padrão é o sempre presente LibreOffice.


Ainda falando de desktop, a distro conta com uma tela de boas vindas que permite acesso fácil as opções de configuração necessárias para os usuários logo na primeira inicialização após a instalação.


Mais suporte a hardware


Além do Kernel, o OpenMandriva trás melhorias em outros componentes para ampliar ou melhorar o suporte a diversos hardwares. O Xserver foi atualizado para a versão 1.15.1 e o Mesa para a 10.1.0, trazendo suporte a mais placas e com performance melhorada para as já suportadas. Para impressoas, a distro vem com o CUPS 1.7.2 e HPLIP 3.14.3.


Em relação a dispositivos móveis, o sistema acompanha a versão mais recente do kio-mtp, para melhor suporte a dispositivos MTP e a versão mais recente da libmobiledevice, com suporte até ao iOS 7.


Conclusão


Segundo o anúncio oficial, os desenvolvedores esperam que esse trabalho seja “algo do que nossos antecessores poderiam ter feito se tivessem continuado seu trabalho”. O OpenMandriva Lx 2014.0 parece honrar a história da distro.


Download versão 32Bits Download versão 64Bits

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Google cria fundo de investimento para energia solar

solar cells


E a Google continua investindo pesado em energias renováveis. Depois de um acordo para receber 407MW de energia eólica para os seus data centers, a empresa, em parceria com a SunPower Corporation, criou um fundo de US$250 milhões para incentivar a adoção de energia solar.


O fundo vai funcionar da seguinte forma: o fundo de investimento formado pelas duas empresas compra o sistema de energia solar e o aluga para o dono da casa por um preço geralmente menor que sua conta de luz. Assim, a pessoa economiza um pouco de dinheiro e ainda auxilia o meio ambiente.


A má notícia para nós brasileiros é que o serviço está disponível apenas para os norte-americanos e não deve chegar em terras brasileiras.