sábado, 15 de novembro de 2014
Mozilla anuncia parceria com Tor e CDT para melhorar privacidade dos usuários
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Firefox Hello: Concorrente do Skype e do Hangouts desenvolvido pela Mozilla
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Versões do Debian e do CentOS continuam vulneráveis ao Shellshock
domingo, 14 de setembro de 2014
Firefox 32 trás opção experimental de tradução de páginas
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Konqueror está em busca de um novo mantenedor
sábado, 26 de julho de 2014
Palemoon: Primeiras impressões do navegador baseado no Firefox
Firefox 3, é você?
Quando você abre o navegador pela primeira vez, toma até um susto: apesar de ser baseado no Firefox 24, a aparência é customizada para ficar igualzinha a do Firefox 3. Abas abaixo da barra de endereço, menus tradicionais, enfim, tudo muito clássico. É claro que navegando pelos menus você encontra as opções para deixá-lo com o visual mais próximo do Firefox pré Australis.Vale a pena instalar?
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Suporte a multiprocessos deve chegar ao Firefox em breve
O tão esperado recurso de suporte a multiprocessos no Firefox ganhou uma versão para ser lançado. Só não será tão logo: se nenhum imprevisto ocorrer, a novidade chegará na versão 36.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Krita ultrapassa meta estipulada no Kickstarter
Com informações de krita.org e kickstarter
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Garoto de 12 anos cria impressora braille utilizando peças de Lego
O jovem Shubham Banerjee, de 12 anos, apresentou ontem um projeto muito interessante: uma impressora braille feita com peça de Lego.
Utilizando um kit Lego pensado para robótica, a impressora batizada de Braigo utiliza papel comum de calculadora e possui um braço robótico que faz as protuberâncias no papel, criando as letras.
O projeto do garoto custou 350 doláres enquanto uma impressora braille normal não sai por menos de 2.000 doláres.
Banerjee vai disponibilizar seu trabalho como código aberto, na esperança que a tecnologia seja utilizada em países pobres, onde é financeiramente inviável comprar uma impressora braille tradicional.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Aprenda a testar a velocidade da sua conexão pela linha de comando
Se você, assim como eu, gosta de verificar a velocidade da sua conexão de vez em quando, o Linux tem a ferramenta perfeita: o speedtest-cli.
Para instalar você vai precisar do pacote python-pip que está presente na grande maioria das distros. O comando abaixo é para instalação no Fedora:
sudo yum install python-pip -y
Com o python-pip instalado, vamos utilizá-lo para instalar a nossa ferramenta em si. Aqui existem duas opções: você pode baixar o speedtest-cli para resultados na linha de comando, ou o speedtest, que também funciona via linha de comando, mas pode gerar o link para o gráfico no site da ferramenta. Os comandos para instalação são esses:
sudo pip install speedtest-cli
sudo pip install speedtest
Depois de instalado, você pode utilizar o comando abaixo no terminal, para executar o teste em modo texto:
speedtest-cli
Se você quiser que a ferramenta gere uma imagem com o gráfico do teste, o comando é esse:
speedtest —share
Se você quiser outras opções, é só executar a ajuda da ferramenta:
speedtest -h
A ferramenta utiliza o site speedtest.net para realizar os testes e faz muito bem sua função.
sábado, 29 de setembro de 2012
Lançado Slackware 14
Após vários meses de desenvolvimento e alguns RCs, a mais antiga distribuição de Linux ainda em atividade chega à sua décima quarta versão. O Slackware Linux, criado por Patrick Volkerding, caracteriza-se por levar ao pé da letra a filosofia KISS - Keep It Simple, Stupid! - e deixar nas mãos do usuário a tarefa de fazer toda a configuração do sistema - o que, em outras distros, pode ser realizado automaticamente. Não recomendado para novatos, o Slackware deixa o Linux o mais próximo possível do Unix original e, por sua grande estabilidade, é muito utilizado em servidores.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Calligra Author ganha suporte a formato MOBI, da Amazon
O recurso em questão é a exportação do arquivo criado para o formato MOBI. Wallin destaca que o novo recurso foi trabalho do desenvolvedor Mojtaba Shahi Senobari, que realizou o mesmo com rapidez notável, tendo em vista que o formato não tem documentação.
O formato MOBI é utilizado apenas pela Amazon em seu leitor de livros eletrônicos Kindle. Apesar de ser a única a utilizar o formato, o sucesso do Kindle entre os consumidores foi fundamental para a decisão da equipe do Calligra Office em suportá-lo.
Além da exportação para MOBI, já foram concluídas as exportações para os formatos ePUB e ePUB 2, o que deixa em aberto apenas os recursos de anotações e o modo “sem distração”, ambos pedidos dos usuários da suíte e que os desenvolvedores acabaram “comprando” a ideia. O post destaca ainda que o possibilidade de exportação para esses formatos também estará disponível para o Calligra Words.
O Author vem evoluindo de forma muito rápida. Faz pouco mais de um mês que o projeto ganhou um roadmap e já temos três recursos importantes concluídos. Parabéns aos desenvolvedores do projeto, pois ele parece ter muito futuro!
Fonte: http://ingwa2.blogspot.com.br/2012/09/mobi-export-in-calligra-author.html
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Mais notícias (ruins) sobre a migração do KDE para o Wayland
O destaque, assim como no post anterior, é a necessidade da utilização do Qt 5. O código atual do Plasma, e de todas as partes e aplicativos do KDE diga-se de passagem, precisará ser portado para a nova versão do framework, que tem suporte ao Wayland.
Se isso não fosse trabalho suficiente, os desenvolvedores do Kwin ainda querem fazer uma segunda migração no componente. Atualmente eles utilizam o objeto QPainter como base para o desenvolvimento do componente. A partir da próxima versão, já em Qt 5, eles desejam utilizar aceleração de hardware totalmente no ambiente utilizando o OpenGL para renderizar o compositor de janelas. Isso significa, segundo Kügler, que além de portar o código do Qt 4 para o Qt 5, eles precisarão refazer tudo o que era feito com o QPainter utilizando o QtQuick 2, que permite o resultado desejado.
Você quer prazos? Hum, eu odeio ser estraga prazeres mais eles ainda não existem. Isso porque o projeto ainda está em fase de planejamento e as reuniões para definir de vez os planos para o Kwin e tentar começar algum tipo de trabalho estão ocorrendo desde a mesma Sexta-Feira no chamado KDE Randa Meetings.
Confesso que eu fiquei um pouco mais decepcionado com a notícia. Eu ainda tinha a esperança de que, ainda que não houvesse nada pronto, haveria ALGO pronto, faltando acabamento ou mais trabalho. E a realidade, no entanto, é que não há nada além de planos ainda. É, Wayland, parece que a sua adoção não será fácil.
Fonte:
http://blog.martin-graesslin.com/blog/2012/09/an-update-on-kde-on-wayland/
http://vizzzion.org/blog/2012/09/frameworks5-and-libplasma2-hacking-in-the-mountains/
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
KDE não suportará o Wayland em um futuro próximo
Depois de descobrirmos que o Wayland já pode ser instalado no Ubuntu 12.10, o novo servidor gráfico ganha um balde de água fria: um dos desenvolvedores do KDE afirmou em um evento na Alemanha que o ambiente gráfico não suportará tão cedo o substituto do X.
O suporte ao Wayland foi adicionado apenas a versão 5 do Qt, o framework utilizado pelo KDE. E, de acordo com o desenvolvedor, enquanto os demais aplicativos do ambiente gráfico devem ser facilmente portados para a nova versão do Qt e, consequentemente, do servidor gráfico, o Kwin, o gerenciador de janelas do projeto, deverá dar muito mais trabalho.
Inicialmente, era planejado que o suporte inicial ao Wayland por parte do KDE chegasse em Janeiro desse ano. Depois os desenvolvedores decidiram que aguardariam a versão 1.0 do servidor gráfico e, agora que a versão estável do mesmo está chegando, o prazo foi dado como indefinido.
Parece que, infelizmente, vai demorar um tempo para ter os todos os aplicativos e ambientes gráficos do mundo Linux portados para o Wayland. Embora seja uma evolução indiscutível, o novo servidor gráfico muda um “padrão” de anos no sistema pinguim e esse tipo de mudança demora um tempo para ser concluída.
Fonte: http://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&px=MTE4ODg
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Engine para jogos Torque3D agora é opensource
Apesar de não ter a mesma fama da Valve, a GarageGames resolveu embarcar nessa nova onda de games para Linux. A engine Torque 3D será disponibilizada sob uma licença MIT e, a principio, terá um comitê gestor para desenvolver e tomar as decisões iniciais. O líder designado para o projeto diz em seu post que a pretensão da empresa é que esses funcionarios sejam substituídos após algum tempo por membros da comunidade.
No momento, a engine tem versão apenas para Windows, mas os planos da equipe de desenvolvimento dizem respeito a trazer a Torque 3D para o Mac OS e para o Linux. Você pode ver os jogos de demonstração que acompanham a atual versão nesse link.
E você, leitor, o que está achando desse interesse repentino das empresas desenvolvedoras de games no Linux? Deixem suas opiniões.
Fonte:
http://ostatic.com/blog/torque-3d-gaming-engine-to-go-open-source
http://www.garagegames.com/community/blogs/view/21875
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Oracle quer "matar" versão opensource do MySQL
Notícias recentes que circulam pelos sites que tratam de tecnologia dão conta de que a Oracle iniciou, de forma velada, um processo já esperado a muito tempo: a morte da versão de código aberto do banco de dados MySQL. Vou falar um pouco sobre esse processo de “fritura” realizado pela empresa e mostrar porque, apesar de desagradável, ele não é uma surpresa para ninguém (ou não deveria ser).
A Oracle parece não entender bem como funciona “esse negócio” de código aberto. Sua gestão do OpenOffice foi uma tragédia completa, acabou gerando o LibreOffice, através dos membros descontentes da comunidade ao redor do software, e depois entregou o código para a Apache Foundation. Resultado da lambança? Duas equipes separadas trabalhando em cima de um código praticamente igual.
Apesar do OpenOffice ser um exemplo forte da política da empresa, ele não é o único. Não podemos esquecer do fechamento do código do Solaris, também herdado da Sun. Uma opinião quase unanime sobre o interesse da Oracle na Sun é que o objeto de desejo era o Java. E só.
Voltando ao MySQL, Ryan Paul escreveu em seu artigo no site Ars Technica em 2009, onde fazia uma análise do impacto para a comunidade de código aberto da compra da Sun pela Oracle, o seguinte:
A aquisição levanta sérias questões sobre o futuro do MySQL [...] Não está claro se a Oracle verá qualquer incentivo em continuar o desenvolvimento de uma alternativa de código aberto para suas ofertas de banco de dados principais.
Fonte: http://arstechnica.com/information-technology/2009/04/oracle-acquires-sun-ars-explores-the-impact-on-open-source/
Ou seja, o fato não é nada novo, todos já esperavam. A reclamação do desenvolvedor do MariaDB, um fork do MySQL, é que na versão 5.5.27 as pastas que guardam os resultados da ferramenta de testes do banco de dados mudou de lugar e essas pastas não estão sendo distribuidas junto com o código-fonte do software.
Essa ferramenta, utilizada desde 99, serve para que os desenvolvedores façam os testes para terem certeza de que um bug que tenha sido marcado como resolvido em um lançamento X tenha sido realmente resolvido. Em outras palavras, os desenvolvedores não tem mais como saber se um bug foi realmente corrigido pela Oracle ou não.
Essa mudança causa impacto em diversos programas e sites que utilizam o banco de dados da empresa e nomes mais famosos, como Facebook e Twitter estão na lista. Os desenvolvedores ficaram as cegas, já que a única garantia de que o bug foi resolvido é a palavra da Oracle.
Diante do cenário, alternativas estão sendo procuradas e valorizadas. É o caso do próprio MariaDB, fork do MySQL, e do PostgreSQL, outra alternativa de código aberto. Mas migrações não coisas tão fáceis como parecem. O Wordpress, por exemplo, tem um código altamente baseado no banco de dados da Oracle e até hoje, apesar de solicitações diversas, não tem suporte ou um fork atualizado baseado no PostgreSQL.
A nossa única opção é acompanhar as cenas dos próximos capítulos e esperar pra ver se qual a posição oficial da Oracle diante do fato ou se ela vai seguir minando a paciência dos desenvolvedores, para que o possível fechamento do código tenha menos impacto.
Fontes:
http://blog.mariadb.org/disappearing-test-cases/
http://www.muylinux.com/2012/09/03/oracle-mysql-open-source/
http://techcrunch.com/2012/08/18/oracle-makes-more-moves-to-kill-open-source-mysql
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Appstream chega ao Apper, antigo KPackagekit
Conforme nós noticiamos aqui há algum tempo, o alemão Matthias Klumpp estava trabalhando no AppStream, a Central de Programas unificada para todas as distros Linux que utilizará o PackageKit, no GSoC (Google Summer of Code). Terminado o período do projeto do Google, o desenvolvedor apresentou algo “palpável” no seu blog: a integração da biblioteca central do Appstream ao Apper, o antigo KPackagekit.
Durante o GSoC, Klumpp trabalhou numa biblioteca chamada “appstream-core”, para criar e utilizar a base de dados de aplicativos do Appstream. Na prática, todas as outras ferramentas que utilizam o PackageKit podem ter acesso as funções da Central de Programas unificada através dessa biblioteca.
E o desenvolvedor resolveu dar o exemplo de uso adicionando a biblioteca ao código do Apper, o gerenciador de pacotes gráfico principal do mundo KDE. De acordo com Klumpp, a mudança é visual e muito simples, apesar de fazer grande diferença: os pacotes que representam programas não são mais exibidos como pacotes e sim como... programas! Simples, não?
[caption id="attachment_7643" align="aligncenter" width="300"]
[caption id="attachment_7642" align="aligncenter" width="300"]
Explicando o recurso com mais clareza, ao se procurar atualmente por “kde”, o Apper exibe uma série de pacotes referentes ao ambiente gráfico, não programas. Com o uso da biblioteca appstream-core, os pacotes referentes a programas são exibidos primeiro, quando são selecionados, além da descrição, é exibido uma captura de tela do programa, retirada do serviço de capturas de tela do Debian.
O Appstream ainda precisa da versão 0.8.4, ainda não lançada oficialmente, do PackageKit para funcionar. O código integrado do Appstream-core com o Apper já está no Git desse último. Parece que, finalmente, coisas boas e concretas estão surgindo desse projeto.
Fonte: http://blog.tenstral.net/2012/08/appstream-for-apper.html
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Calligra Author ganha Roadmap
Após anunciar o começo do desenvolvimento do Calligra Author – aplicativo para criar e editar livros digitais (ebooks), conforme você leu aqui, o desenvolvedor principal, Inge Wallin, liberou uma espécie de roadmap para a primeira versão, que deve ser lançada em Dezembro, junto com a versão 2.6 do restante da suíte.
Além do roadmap, o desenvolvedor falou de algumas novidades sobre o projeto. Ele já conta com um Bugzilla, para que os beta testers relatem bugs, um fórum para interação com os usuários e o código inicial do software foi submetido para repositório principal do Calligra Office.
Entre os principais recursos para a primeira versão estão:
- Exportação para o formato EPUB;
- Exportação para o formato MOBI;
- Contador de palavras na barra de status;
- Modo de escrita “Distração Zero”;
- Anotações em partes do texto;
- Exportação para o formato EPUB 3;
- Exportação para o formato Wiki.
Segundo Wallin, se algum recurso precisar ficar para a próxima versão por falta de tempo ou qualquer outro problema, o corte será feito de baixo para cima. Além disso, a equipe pretende ter uma documentação bem completa do programa para quando o mesmo for lançado.
Boa sorte ao desenvolvedor. ;)
Mais informações: http://ingwa2.blogspot.com.br/2012/08/progress-in-calligra-author.html
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Lançado Libre Office 3.6 !
A suite do Libre recebeu algumas melhorias a começar pela tela de loading que foi renovada seguindo o modelo vencedor de uma votação.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Lançado Calligra Office 2.5
Foi lançada na última segunda-feira, dia 13/08, a versão 2.5 do Calligra Office, a suíte de escritório em Qt4 que é padrão do KDE. O lançamento inclui correções gerais e melhorias específicas nos aplicativos que compõe a suíte.
O Calligra Words, editor de texto, inclui entre suas melhorias suporte melhorado a edição de tabelas, melhor manipulação das bordas das tabelas, melhorias no recurso de arrastar textos, além de novos recursos na ferramenta de bibliografia do aplicativo.
Os aplicativos Sheets e Stage, respectivamente os editores de planilha e de apresentação da suíte, tem melhorias de usabilidade e na interface em si.
As melhorias gerais na suíte incluem a adição de suporte a importação de arquivos do Visio, do MS Works e melhorias gerais nos filtros de importação dos arquivos do MS Office, além de melhora no gerenciamento de arquivos salvos automaticamente e suporte a novos efeitos para as imagens que forem adicionadas aos aplicativos da suíte.
Até a data deste post, apenas o Kubuntu tinha a nova versão em seu repositório Backports.






